Declarações na Reunião de 12 de Fevereiro de 2026

 1. A senhora Vereadora Lígia Pode proferiu a seguinte Declaração de Voto:

“Abstenho-me na votação destes oito pontos. (Deliberações nº 75/2026: nº 76/2026: nº 77/2026: nº 78/2026: nº 79/2026: nº 80/2026: nº 81/2026: nº 82/2026: nº 83/2026)
Esta abstenção não representa incoerência com os meus votos favoráveis anteriores, mas sim uma consequência lógica e responsável da acumulação de factos.
Quando os factos mudam, a responsabilidade exige que as conclusões também mudem. E os factos mudaram drasticamente.
Passar do 4º para o 7º contrato adicional em apenas dois meses não é gestão de imprevistos; é a evidência de uma obra com problemas críticos de gestão. Não posso por isso, continuar a aprovar, mês após mês, uma sucessão interminável de problemas sem tomar uma posição política clara.
A minha abstenção hoje é um ato de responsabilidade e de aprendizagem. É o reconhecimento de que o padrão de gestão desta obra não é aceitável. Por isso, reitero a minha proposta construtiva: que seja realizada uma análise detalhada e critica de apuramento de responsabilidades a todo este processo após a sua conclusão. É a única forma de apurar responsabilidades, aprender com os erros e garantir que esta situação não se repete. É esse o meu compromisso com a transparência e com a boa gestão dos dinheiros públicos.”

2. A senhora Vereadora Lígia Pode proferiu a seguinte Declaração de Voto: “Pelos mesmos motivos, abstenho-me na votação destes quatro pontos.  (Deliberação nº 119/2026: nº 120/2026: nº 121/2026)  A minha posição segue a mesma lógica da obra da D. Maria II: a acumulação de problemas exige uma mudança de posição. Reitero a minha proposta de que todos estes projetos de obras públicas de grande dimensão sejam sujeitos a uma análise detalhada e critica de apuramento de responsabilidades antes do lançamento dos concursos, prevenindo futuras situações deste tipo.  Prevenir é sempre melhor e mais barato do que remediar

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